Porque, simplesmente, não existe uma paixão que me mova, prefiro perder-me em paixões momentâneas, etéreas, irreais, de outros, porque, assim, talvez, até encontre algum sentido e consiga preencher um pouco mais estes dias de compasso.
Não sou, nunca fui, pessoa de paixões, mas, no fundo, na verdade, tenho uma alma apaixonada, mais do que gostaria.
A minha natureza é incerta, inconstante, eu, por outro lado, procuro suster o mar que sou, porque, na verdade, tenho medo de mim mesma.
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